sexta-feira, 30 de setembro de 2011

BB - AGÊNCIA DE JC EM GREVE


AGÊNCIA DE JOÃO CÂMARA ADERE À GREVE DOS BANCÁRIOS


Os bancários mais uma vez estão em greve. O Banco do Brasil de João Câmara também aderiu ao movimento grevista semana passada. É muito bom que a classe trabalhadora se una em busca de salários e melhores condições de trabalho . Mas, quando se fala em Banco do Brasil, acredito que precisa muito mais que isso.

Tenho propriedade em falar, pois sou cliente, que a agência camarense precisa é de mudanças. Os clientes passam horas na fila, são mal atendidos e as taxas são abusivas.

O BB fez 200 anos de história, mas o que precisa mudar é esta história. O cliente deve ser respeitado. As leis com respeito ao tempo na fila devem ser rigorosamente cumpridas. Os profissionais precisam de remuneração digna, mas também necessitam serem preparados para melhor atender a clientela.

Portanto, essas greves devem refletir em melhorias não só para os bancários, mas que possam ter como resultado um serviço de qualidade para os clientes, pois todos pagam - e caro - para manter suas contas. 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MUNICÍPIO EM OBRAS

OBRAS PARA A RECUPERAÇÃO DA PASSARELA QUE LIGA A RUA DO POSTO DE SAÚDE À RUA DO ''BUJÃO'' SÃO INICIADAS

                 
Há algum tempo danificada pela passagem de veículos pesados e a ação do tempo, a passarela que dá acesso à rua do ''bujão'', está sendo recuperada. A estrutura beneficia todos os moradores , pois encurta as distâncias para quem transita por ela.

A comunidade espera que com a reforma a passarela ganhe uma estrutura mais reforçada para que possa suportar inclusive veículos, pois não são só pedestres que a utilizam. Agilidade também é muito importante.

Nosso governo municipal tem feito um trabalho excelente de recuperação de ruas e vias. Parazinho é uma cidade que cresce todo dia! Parabéns ao Excelentíssimo Sr. Prefeito Genival de Melo Martins e toda a sua equipe que tem feito um Parazinho cada vez melhor.






HOMENAGEM À FRANCIONE DIAS

A CÂMARA DE VEREADORES VOTA REQUERIMENTO QUE HOMENAGEIA ESTUDANTE COM NOME DE ESCOLA

Foi apresentado ontem, por parte do Vereador Jairo Miranda,  o requerimento que se trata de uma homenagem à jovem Francione da Silva Dias (in memória), dando seu nome a creche infantil que está sendo construida na cidade de Parazinho.

Fonte: Blog de Pereiros

EDUCAÇÃO SEM CONDIÇÃO


Proposta do MEC que aumenta carga horária das escolas pode ser um erro

O ministro da Educação Fernando Haddad quer adicionar 20 dias ao ano letivo e isso tem levantado algumas preocupações na comunidade escolar. O projeto poderá ser encaminhado ao Congresso para apreciação no início de 2012 e foi anunciado no último dia 21.
Segundo o Portal do MEC, o ministro disse que “o país deve lutar pela expansão da jornada escolar como forma de diminuir a distância entre estudantes ricos e pobres.” Ele também comparou a carga horária das escolas brasileiras com a de países mais desenvolvidos e destacou como essa diferença pode influenciar no desenvolvimento do país. Para a coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardoso, a ideia do ministro em esticar a carga horária dos estudantes pode ser um grande erro pela forma como tem sido pensada.
“Não corrigiremos essas distorções sem a saída da população da linha de pobreza, sem uma reestruturação na Educação Básica em todos os seus aspectos e sem um salário digno para os professores e demais funcionários da Educação. Da forma como é concebida, a proposta só desconhece as condições de trabalho e de saúde da categoria. Ela nega que, sem uma visão do aluno sobre o papel social da escola não se terá sucesso só com um aumento de 20 dias letivos”, avaliou a coordenadora.
FONTE: SINTE-RN
LEIA MAIS EM:http://www.sintern.org.br/noticias/visualizar/1274

PARAZINHO NA MÍDIA

TRIBUNA DO NORTE FAZ REPORTAGEM SOBRE PARAZINHO


                                                                                                           Foto: Prof. Júnior


Pequenos pontos comerciais e restaurantes se intercalam com casas simples, a 116Km de Natal, na cidade de Parazinho, região Agreste do Rio Grande do Norte. O desenvolvimento demora a chegar ao município, constituído oficialmente em 1963.  De uma população de quase 5 mil habitantes, quase 1/4 vive, hoje, em situação de extrema pobreza. Na definição do governo,  significa viver sem renda ou com até R$ 70 por mês. Até o ano passado, conseguir emprego, alí, também era difícil. Quem não encontrasse vaga na prefeitura ia parar na lavoura ou em outros municípios. Mas, há pelo menos um ano, nem sempre tem sido assim. Novas oportunidades começam a surgir embaladas por  obras e a produção de equipamentos para uma nova indústria: a que gera energia. A partir dos ventos. 

Pelo menos 19 empreendimentos que usarão essa "matéria-prima" para gerar energia deverão ser erguidos no município nos próximos anos. É o maior número previsto para o Rio Grande do Norte. E com os projetos, o número de carteiras assinadas na região também nunca foi tão grande.

Atraídos por perspectivas de crescimento abertas com a chegada dos empreendimentos, trabalhadores que haviam partido em busca de outras oportuniaddes regressam, negócios são abertos e movimentam, aos poucos, o município. As mudanças - também atravessadas por dezenas de outras cidades brasileiras escolhidas como sedes dos chamados parques de geração - podem ser medidas com a ajuda de alguns indicadores econômicos. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, por exemplo, mostra que, de janeiro a agosto deste ano, o saldo de empregos em Parazinho chegou a 374. Parece pouco, mas é o maior desde 2003, quando teve início a série histórica. Até então, o maior número nesse período não havia passado de 53. Outra diferença é o perfil das oportunidades criadas. Enquanto antes era o setor agropecuário que mais contratava, agora as vagas se multiplicam para funções como alimentadores de linha de produção, serventes de obra, armadores de estrutura de concreto e pedreiros. O avanço das vagas na construção está diretamente ligado à implantação dos parques eólicos.

Apenas a Wobben, fabricante de equipamentos que está implantando um parque da CPFL Renováveis na Associação Alívio, comunidade na Zona Rural do município, contratou de forma direta 470 pessoas para a obra. Outras 279 trabalham na fábrica de torres, que a multinacional instalou nas proximidades, ou em empresas terceirizadas que ajudam a executar o serviço. Adriano Luiz da Silva, 25, faz parte desse grupo. Ele é um dos moradores da Associação Alívio e começou a ir para a "roça" aos 10 anos. Acostumou a trabalhar alugado, preparando a terra, plantando e colhendo melão, tomate e outros produtos nas terras de terceiros. Agora trabalha de vigia. 

Adriano usa uniforme, botas e exibe no terraço da casa de cinco cômodos que divide com a mãe, o pai, a irmã, o cunhado e a avó, uma de suas conquistas, fruto do primeiro trabalho com carteira assinada: um carro, que facilita o deslocamento até a cidade. "A previsão da firma é ficar até fevereiro do próximo ano. Se sair vou tentar outra vaga. Não quero ficar parado", diz ele. 

O aquecimento do mercado de trabalho em Parazinho também tem servido de impulso para que gente como Marjory Bertoldo, 27, façam o caminho de volta. Há cerca de cinco anos, ela foi morar em Mossoró. De volta a Parazinho, já trabalhou numa loja de móveis e eletrodomésticos e depois virou uma espécie de gerente na única pousada da cidade - construída pelos mesmos donos da loja. Primos que estavam espalhados por outros municípios também regressaram. Junior Lopes Fonseca, 25, foi outro. Virou vigilante numa das empresas terceirizadas que prestam serviço nas obras da região. "Trabalho aqui era arranca de toco e limpa de mato. Era preciso ir embora para encontrar, ou não, coisa melhor", diz. Antes de voltar para o município, Junior estava em Natal onde trabalhou em padaria, em lavajato e também como auxiliar de serviços gerais (ASG). Voltou por causa da perspectiva de conseguir outro emprego. E conseguiu, três semanas após ter entregue o currículo. 

"Esses projetos têm efeito multiplicador na geração de empregos porque chamam gente de outras cidades e não só do município onde estão sendo erguidos", observa o diretor-geral do Centro de  Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne) e ex-secretário de Energia do RN, Jean-Paul Prates.

Projetos dão chance a quem tem baixa escolaridade
A chegada da Wobben em Parazinho demandou a realização de reuniões para explicar à população o que era energia eólica, o que a empresa pretendia implantar ali e o que traria de benefício. A palavra emprego fez brilhar os olhos de agricultores como Adriano. "Quando teve início o recrutamento, conseguimos juntar em torno de 800 currículos", lembra o assessor da Wobben, Fernando Scapol. O recrutamento teve início há pouco mais de um ano com uma regra básica: teriam prioridade na contratação habitantes da cidade e de comunidades rurais localizadas na área. Quando se esgotassem os possíveis candidatos passariam então a ser chamados os interessados de outros municípios.  Com a escolaridade baixa de boa parte dos candidatos, a empresa teve de abrir mão de pré-requisitos como a exigência do ensino médio, até então considerado essencial nos processos de seleção.

A mudança acabou abrindo portas para gente como Genilson Paulino do Nascimento, 43, que nunca pisou numa sala de aula e até então só tinha trabalhado no campo, criando animais ou na lavoura, "alugado" para fazendeiros. O homem ganhava no máximo R$ 80 por semana. O dinheiro mal dava para "comer". Na fábrica de torres de concreto, implantada pela Wobben, ganha R$ 660 por mês (o que por semana significaria R$ 165). A renda certa e mais robusta tem ajudado aos poucos a melhorar a vida. Ele comprou ovelhas e uma TV "zerada". Também sonha em comprar um carro. O trabalho na fábrica é o primeiro com carteira assinada. "Construo sem saber o que estou construindo, nem para que vai servir. Não queria saber disso. Só queria saber que teria um emprego", diz ele.

De acordo com Scapol, a Wobben planeja colocar em prática, até 2012, um programa de alfabetização para adultos, replicando uma ação que já desenvolve na fábrica de pás que implantou no Ceará. Como não tinham experiência com o trabalho fabril, diz ele, os trabalhadores foram treinados "on the job", já colocando a mão na massa. A missão de ensinar o ofício ficou a cargo de trabalhadores que já haviam sido treinados em outras unidades da companhia, como o montador mecânico Marleno Araújo de Freitas, 38, e o líder de armação Francisco Bezerra Barbosa, 35, que vieram da fábrica de Pecém (CE). O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) reforçou o treinamento, na parte de mecanização.

A Wobben produz em Parazinho de 4 a 5 torres completas por mês, com 100 metros de altura - mais que o dobro do tamanho da estátua do Cristo Redentor - e 800 toneladas cada. A fábrica começou a operar em janeiro de 2011. Fez todas as torres para um parque que a Petrobras está implantando no município de Guamaré e agora trabalha para equipar o parque da CPFL renováveis que foi incumbida de implantar nas terras da associação Alívio. Para dar conta da produção, 279 empregados se revezam em três turnos de trabalho, 24 horas, de domingo a domingo. Em 22 de fevereiro os primeiros trabalhadores foram contratados. Pelas contas da companhia, 70% deles encontraram ali o primeiro trabalho com carteira assinada. Do total de contratados, cerca de 57% eram dalí mesmo de Parazinho. O restante veio de cidades como Mossoró, Guamaré, Touros, João Câmara e São Miguel do Gostoso.  

O parque que a Wobben está implantando será erguido numa área arrendada a Associação dos Pequenos Produtores Rurais da Associação Alívio, de onde também saíram trabalhadores para as obras e a fábrica. "Nossa expectativa é por uma renda melhor no futuro", diz o presidente da Associação, Atiliano de Souza. Segundo ele, a CPFL arrendou os 645 hectares de área por um período de 37 anos. As famílias que moram no local terão direito a um percentual mensal dos ganhos com o negócio, quando a energia começar a ser gerada. A expectativa é que o parque termine de ser implantado no segundo semestre de 2012. 

Aumento da demanda E DA RENDA estimula negócios
A expansão dos investimentos na geração de energia eólica, puxada pela constância e velocidade dos ventos, mas, sobretudo, pela realização de leilões do governo que garantem mercado para a energia, tem impulsionado a criação de empregos no interior e também o crescimento e a abertura de novos negócios.

Um dos que investem movidos pela onda dos ventos é o engenheiro Alexandre Magno da Silva, 51. Ele nasceu em Natal, mas mora em Parazinho há 11 anos. Na cidade, já investiu, por exemplo, em uma loja de móveis e eletrodomésticos, a única da cidade.

O negócio mais recente, inaugurado há dois meses, é uma pousada que deve ter o número de quartos elevado de 12 para 30 até o fim do ano e ganhar também sala de jogos e sala de ginástica. "Percebemos que a cidade não tinha estrutura para receber os investidores e resolvemos apostar nisso", conta.  "Mas, depois de a pousada ter ficado pronta, vimos que existe mercado além da energia eólica. Representantes comerciais e profissionais liberais também nos procuram", diz. Os quartos da pousada foram alugados a Wobben. O público que chega avulso não está encontrando vaga.

Mas a escassez deve ficar menor ainda este ano. Um investidor de João Câmara também resolveu construir uma pousada em Parazinho.

ALIMENTAÇÃO

De olho na nova demanda, outros negócios vêm se expandindo ou surgindo. O bar da família de seu Ozivan Gomes da Silva, 52, por exemplo, só vendia petiscos e agora serve café, almoço e janta.

Sebastião Moura de Souza, da associação Alívio, foi outro que aproveitou o movimento na cidade e abriu um negócio. Ele começou vendendo lanches, até que um dia um grupo de trabalhadores bateu à porta em busca de galinha caipira. "Nós fizemos a galinha e eles passaram a vir almoçar todos os dias", lembra ele, que vende uma média 15 a 20 refeições diariamente para empregados de empresas terceirizadas e fez um "puxadinho" no terraço de casa, mobiliado com duas mesas e algumas poucas cadeiras para receber a freguesia. Bastião, como é mais conhecido, espera fechar contrato com uma das firmas para garantir mercado, a venda de 40 a 50 almoços diários, fora os avulsos que atende de segunda a sábado. Ele também pensa em ampliar a estrutura. E quando a construção dos parques acabar? "Aí meu público vai ser, talvez, o turista que vier visitar o parque", projeta. "Mas também se não tiver mais ninguém para atender, a gente fecha a porteira e continua plantando. Senão", diz.

Embora visível em algumas áreas, o processo de crescimento de Parazinho, que ganhou impulso com a chegada dos projetos eólicos, ainda é considerado lento ou quase nulo, diz Fernando Scapol, da Wobben. "Deveremos trazer ainda este ano mais 500 pessoas, aproximadamente, para trabalhar na montagem dos parques. A dúvida é onde irão se alojar. Nem Parazinho e talvez nem as cidades do entorno comportarão essa demanda", resume. Ele conta que a fábrica foi implantada em parazinho de forma estratégica para atender os parques eólicos da região. Como as torres são pesadas, seria difícil trazê-las de outro estado como o Ceará. Além da distância, as condições encontradas nas estradas não ajudam. A estrada que liga João Cara a Parazinho, por exemplo, é recheada de buracos, que exigem uma capacidade enorme de drible por parte dos motoristas. 

Aldemir Freire • economista e chefe do IBGE RN
"É preciso qualificar mão de obra para manutenção e pesquisa"

Que influência a implantação de parques eólicos pode ter no desenvolvimento de municípios como Parazinho?

O primeiro impacto é a geração de empregos. Todavia, é muito importante que a gente lembre que esse boom é temporário e que pode ser muito semelhante ao que ocorre naqueles grandes municípios, por exemplo, da região Norte, onde estão sendo construídas grandes usinas hidrelétricas. Nesses municípios há boom no momento da construção, algumas cidades dobram de tamanho, dada a quantidade de pessoas que chega para trabalhar, mas terminou a obra aquilo some. E aí você tem um impacto de volta que é negativo. Então é importante observar que esse boom de empregos gerados vai durar certo tempo, mas vai parar quando os parques estiverem construídos. O impacto na geração de empregos é temporário e é preciso que os municípios compreendam essa dinâmica.

 O que fazer para aproveitar esse boom, mesmo que seja temporário?

A ideia é capacitar mão de obra mais qualificada para após a construção dos parques, em áreas como pesquisa, inovação, produção e manutenção desses equipamentos. A geração de empregos após a fase de construção é menor, mas é preciso levantar qual o perfil da mão de obra que vai se demandar e aí procurar capacitar profissionais na direção dessas demandas. O esforço caberia tanto ao estado quanto aos municípios. As prefeituras podem também aproveitar o que ganham nos momentos de construção, quando a receita dos municípios aumenta, e fazer investimentos na infraestrutura básica (ex. estradas, saneamento.)

 E nessa fase em que o número de parques em implantação ainda é crescente?

O que precisa ter é mão de obra disponível para esse trabalho, ou seja, é preciso facilitar essas contratações, facilitar a aproximação dos trabalhadores com esses investimentos, é capacitar o pessoal para trabalhar. Aí se aproveitaria o ciclo (de crescimento). 
FONTE: TRIBUNA DO NORTE

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

ÚLTIMAS DAS ELEIÇÕES

Secretária de saúde pode ser candidata em 2012

Correm especulações na cidade que o nome para a sucessão do prefeito Genival de Melo Martins será Celina Paz, secretária de saúde do município. Informação não confirmada. Por enquanto permanece o ''mistério''. Vamos esperar pra ver. Até 2012...

RN: OBRAS DA COPA EM DIA

RN recebe visita do presidente da Infraero


Presidente da Infraero diz que obras de aeroporto de São Gonçalo do Amarante ficarão prontas dentro do prazo determinado. Ele atesta que obras estão em estágio avançado. Nosso Estado dá lição nas demais sedes da copa.

SEDE PROVISÓRIA DO GOVERNO É MOSSORÓ

A partir desta quarta-feira (28), a cidade de Mossoró sediará as atividades administrativas do governo do Estado. A sede provisória do governo funcionará no casarão Lili Duarte, a sede da vice-prefeitura de Mossoró.

A sede do poder executivo estadual funcioná na cidade em homenagem ao aniversário da abolição da escravatura, que acontece na próxima sexta-feira, dia 30. Entre as ações previstas para esses dias, estão a implantação do 12º Batalhão de Polícia Militar, assinatura de ordens de serviço para obras de saneamento, reforma do estádio Nogueirão e também a abertura da licitação para a duplicação da estrada que liga Mossoró a Tibau. Os trabalhos da Assembleia Legislativa também serão realizados na cidade.



FONTE: http://in360.globo.com/rn/noticias.php?id=9310

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SAÚDE PRECISA DE ATENÇÃO NOS FINAIS DE SEMANA


PACIENTES RECLAMAM DE MÉDICO DO FINAL DE SEMANA NA UNIDADE INTEGRADA DE SAÚDE DE PARAZINHO



Os pacientes têm reclamado do atendimento no posto de saúde da cidade nos finais de semana. Existem várias reclamações de populares com relação ao plantonista que atende aos sábados e domingos. A insatisfação vai desde a demora pra ser atendido até a falta de respeito aos que precisam do serviço sejam adultos, crianças ou idosos. 

Os cidadãos parazinhenses atestam a veracidade dos fatos e pedem as providências imediatamente contra este e qualquer outro funcionário que venha a trabalhar em nosso município desta forma. 

''Segundo testemunhas, neste final de semana o plantonista irritou-se com um paciente quando chegou pra ser atendido alegando que ia tirar uma soneca. O mesmo ainda utilizou palavras de baixo calão para se referir ao paciente, isto sem falar no total desrespeito para com a esposa de um de nossos parlamentares que também necessitou de ser atendida há algumas semanas''. 

A essas pessoas são dadas oportunidades de trabalho na nossa cidade e ainda assim tratam nossos munícipes desta forma desumana! Assim, inconcebível que este tipo de ''profissional'' continue exercendo a medicina em nossa querida Parazinho, cidade que recepciona bem todos que aqui prestam serviços, às vezes melhor até que nossos conterrâneos. Não podemos permitir que isso ocorra seja na saúde, educação ou qualquer outro setor. 


Isto é só a ponta do iceberg, porque se formos colocar todas as reclamações com relação aos médicos de Parazinho, utilizaremos toda a página do blog e não terminaremos. Mas estamos de olho neles! 

Estamos aqui para garantir a plena cidadania e assegurar à todos o direito a um serviço de qualidade ajudando - com matérias como esta - nossos administradores a melhor gerir o nosso amado Parazinho.


Precisamos de serviço e profissionais de qualidade, já!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

POLITICALHA FORA DE ÉPOCA

EM NATAL TEM CARNATAL, AQUI TEMOS POLITICALHA FORA DE ÉPOCA

Nenhum projeto ou proposta para melhoria da vida do povo foi discutido na 1ª reunião na rua conhecida como rua do ''bujão''. O que se ouviu foram trocas de acusações entres alguns dos parlamentares. Uma verdadeira lavagem de roupa suja. Diga-se de passagem, com respeito ao proprietário e funcionários, nem no Risca Faca ocorre baixaria deste nível vergonhoso. Quem elegemos pra nos representar? Isto é uma vergonha! Senhores, respeitem o povo! Vão trabalhar!


domingo, 4 de setembro de 2011

Os ventos que movem o Rio Grande do Norte


Estado vai ganhar Instituto Internacional de Tecnologia em Energia Eólica, com foco na pesquisa e na formação de recursos humanos para o setor.


Pela intensidade e constância dos ventos que ocorrem no litoral potiguar, o Rio Grande do Norte é considerado como o que reúne as melhores condições para produção de energia eólica. Atualmente, o estado tem três parques eólicos em operação (Parque da Petrobras em Macau, Rio do Fogo e Alegria I em Guamaré), que, juntos, possuem capacidade instalada para produzir 140 Megawatts (MW). Esse número, porém, vai aumentar substancialmente com a entrada em operação, nos próximos anos, dos projetos contratados nos leilões federais de 2009, 2010 e 2011.
 “Em termos de energia contratada, nossa potência instalada vai ser a soma dos leilões de 2009 (657 MW), 2010 (1.064 MW) e 2011 (458,2 MW). Mesmo tendo perdido a liderança para o Rio Grande do Sul no último leilão, nenhum outro estado vai alcançar a potência instalada do Rio Grande do Norte”, explicou o coordenador de Energia da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Seedec), o engenheiro mecânico José Mário.
 Os investimentos previstos para os próximos anos, com a instalação de novos parques, ultrapassam os R$ 6 bilhões. Esses dados, por si só, demonstram nosso potencial de geração desse tipo de energia renovável. Pensando nisso, um grupo de pesquisadores universitários, gestores públicos e empresários, sob coordenação da Fapern (Fundação de Apoio e Pesquisa do RN), planeja criar o Instituto Internacional de Tecnologia em Energia Eólica (IITEE).
O objetivo é formar uma rede de pesquisadores para desenvolver tecnologia e transformar o Rio Grande do Norte numa referência nacional e internacional em recursos humanos. Assim, o estado terá mão de obra capacitada para fazer frente à demanda técnica e científica que será criada com a expansão do números de parques eólicos.
 Nos últimos dias 29 e 30 de agosto, pelo menos 70 pessoas de diversas instituições participaram do 1º Workshop para formação de redes cooperativas em tecnologias e pesquisa em energias eólicas integradas aos setores empresariais, realizado no Hotel Escola Barreira Roxa, em Natal. Além da troca de conhecimento, o encontro serviu para definir a minuta do projeto final do instituto. O IITEE deve começar a desenvolver suas atividades ainda este ano, mas a sede própria só deve ficar pronta em dois ou três anos.
Enquanto isso, os trabalhos serão realizados em laboratórios da UFRN (Universidade Federal do RN), Ufersa (Universidade Federal do Semiárido), Uern (Universidade Estadual do RN), IFRN (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN) e o CT-GÁS (Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis).


A Fapern está à frente do processo de criação do instituto, estabelecendo as PPP’s (Parcerias Público Privadas) e fazendo a ponte com as universidades. Para a diretora da Fundação, Bernardete Cordeiro, o estado tem que se “apropriar” do potencial eólico para “gerar as ferramentas tecnológicas” usadas no setor.
 “Do ponto de vista econômico, o sustentáculo do instituto vai ser a formação de recursos humanos. Vamos criar uma cadeia de formação e inclusão, com benefícios socioeconômicos, entrando como atores importantes, por exemplo, na fabricação de aero geradores. Vai ser um ganho acadêmico, científico e tecnológico”, explicou.
 Clóvis Oliveira, professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UFRN.
O professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UFRN, Clóvis Oliveira, explicou que a ideia do instituto nasceu do diagnóstico da demanda de mão de obra especializada que será gerada pela ampliação dos parques eólicos. A rede de cooperação – informou – terá a participação de pesquisadores e especialistas das instituições citadas anteriormente e também das Universidades Federais de Pernambuco, Minas Gerais, Pará, Ceará, Paraíba e Santa Catarina, UnP (Universidade Potiguar), Sebrae (Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Fiern (Federação das Indústrias do RN) e de empresas da Dinamarca e da Espanha.
 Clóvis disse que o instituto vai captar recursos do governo federal, através do Ministério da Ciência e Tecnologia, mas o projeto é que o IITEE seja autossustentável. “O workshop mostrou que o Rio Grande do Norte tem pessoas com competência, experiência, publicações, defesas de dissertações e projetos concluídos e em andamento no setor de energia eólica”, comentou.
 O professor contou que há poucos especialistas em energia eólica no estado porque a imensa maioria dos profissionais que atuam em parques eólicos é oriunda de cursos tradicionais (Engenharias Elétrica, Mecânica, Civil e Automação). Há somente uma especialidade nessa fonte energética no CTGAS, oferecido em parceria, através de convênio, com a UFRN. A universidade, entretanto, tem dois grupos que desenvolvem pesquisas nesse ramo.
 O primeiro é dedicado à otimização e supervisão de sistemas elétricos e é desenvolvido pelo DCA (Departamento de Computação e Automação) e pelo Departamento de Engenharia Elétrica. O segundo grupo é da Engenharia Mecânica e tem como foco o estudo da modelagem do vento (desenvolvimento de modelo matemático que permite simular o vento com auxílio da computação e fazer previsões).
O professor explicou que, mesmo que haja flutuação para mais ou menos na ocorrência dos ventos, é possível, com esses estudos, prever a geração dessa fonte energética durante o ano, dando segurança a possíveis investidores.
 Ele defendeu que a criação do instituto vai gerar um “ambiente favorável para atrair empresas satélites” e, assim, beneficiar principalmente os municípios onde se instalarem os parques eólicos.
 Em relação ao impacto sobre a arrecadação tributária, os dados ainda não permitem afirmar que o desenvolvimento da indústria eólica vai beneficiar o estado, isso porque o ICMS – imposto cobrado sobre esse tipo de serviço – é cobrado no local de consumo, não de produção. “Como não há garantia que o consumo vai aumentar no Rio Grande do Norte, não é possível dizer que a arrecadação de ICMS vai crescer com a expansão dos parques eólicos”.
 O professor Clóvis Oliveira ponderou que, mesmo sem a garantia de impactar a arrecadação de ICMS, a entrada em funcionamento dos futuros parques eólicos vai atrair investimentos para o Rio Grande do Norte e influenciar positivamente a geração de empregos.
“Cada vez vai ser mais caro produzir energia. O Rio Grande do Norte precisa aproveitar bem esse potencial de geração de energia limpa e renovável para atrair investimentos e gerar benefícios sociais e econômicos”, argumentou.
 Essa também é a opinião de José Mário (Seedec), para quem a arrecadação de ICMS não é o principal viés do programa de expansão da energia eólica no RN. “É preciso olhar a questão por outra perspectiva, como a geração de emprego, a interiorização do desenvolvimento e a atração de fabricantes. A montagem de atividades perenes, como a fabricação de equipamentos, vai provocar benefícios que vão além do processo de implantação dos parques eólicos”, completou.


Fonte: nominuto.com