sábado, 8 de dezembro de 2012

DIRETO DO ALÉM


Oposição denuncia que até mortos votaram para prefeito em São Miguel do Gostoso

Data: 06 dezembro 2012 - Hora: 15:08 - Por: Portal JH
As presenças dos eleitores Gonçalo Catarina da Silva e Francisco Antônio na lista dos votantes do dia 7 de outubro causou um frio na espinha de muitos em São Miguel do Gostoso, cidade localizada a 102 quilômetros de Natal. Isso porque apesar de terem votado e assinado a relação, os dois já estão mortos há, pelo menos, um ano. Quem denuncia é a oposição da cidade. Mais precisamente José Renato Teixeira de Souza, o Renato de Doquinha, do PSD, que na disputa de outubro foi derrotado por Maria de Fátima Tertulino Dantas, a Fafá, do PMDB.
Segundo Renato de Doquinha, a insatisfação com as irregularidades do pleito já resultou em uma denúncia junto a Justiça Eleitoral. Os membros do PSD, que ainda espera a manifestação do Ministério Público Eleitoral sobre o caso, afirmaram que constataram as irregularidades após pedir a lista de votantes junto à 14ª Zona da cidade.
“Nossa insatisfação começou no dia da eleição, quando nossos fiscais ficaram impedidos de entrar nos locais de votação, das 8h às 14h30. A justificativa foi porque eles estavam com crachás fora do padrão, mesmo estando regularmente cadastrados dentro de prazo legal dado pela Justiça Eleitoral”, narrou o candidato à Prefeitura derrotado em São Miguel do Gostoso.
Depois do pleito, Renato de Doquinha contou ter, junto a seu partido, solicitado da Justiça Eleitoral a relação dos votantes. “Foram várias as irregularidades que encontramos. Pessoas que assinaram outro nome no local dedicado a assinatura do eleitor; assinaturas apagadas com corretivos; até mesmo a ausência de 10 presidentes de seções. Porém, o pior foi a presença de duas pessoas que já faleceram na relação de votantes”.
Esses dois falecidos, segundo o candidato do PSD, seriam Gonçalo Catarina da Silva e Francisco Antônio. O primeiro teria falecido no dia 29 de junho de 2011, aos 85 anos, e tem, inclusive, certidão de óbito apresentada aO Jornal de Hoje por Renato de Doquinha. Francisco Antonio tinha no título de eleitor o nome de José Antônio Barbosa e teria falecido no dia 17 de junho de 2009.
“A relação tem muitos erros e falhas, constatadas em certidão fornecida pela própria Justiça Eleitoral. Formalizamos a denúncia em Natal e na 14ª zona eleitoral e estamos esperando a manifestação do Ministério Público. Queremos, diante dessas irregularidades, suspender o resultado do pleito”, contou Renato de Doquinha, que perdeu a eleição em São Miguel por, aproximadamente, 200 votos para Fafá.

FONTE:http://jornaldehoje.com.br/oposicao-denuncia-que-ate-mortos-votaram-para-prefeito-em-sao-miguel-do-gostoso/

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

CHARGE DO DIA


Do blog Amarante News

VERGONHA


SALÁRIO DE POLÍTICOS X SALÁRIOS DOS PROFESSORES

Para ser um professor da rede pública, é necessário que tenha formação universitária, seja concursado e ainda tenha uma extensa avaliação médica. No caso de um político, não é necessário nenhum desses pré-requisitos, bastando apenas ter “boa lábia” para convencer os eleitores desinformados a darem o seu voto de confiança.
Em toda minha vida o que mais presenciei foi desigualdade entre as pessoas. Podemos dizer que a maioria é sem preparo, que faltou estudo, conhecimento, pois uma pessoa esclarecida não é enganada facilmente porque conhece seus direitos. Acontece que nem sempre é verdade. Ao compararmos o conhecimento que um bom professor tem com o conhecimento da maioria dos políticos que estão no poder, veremos que a diferença é muito grande.
É difícil entender porque um vereador, deputado, enfim todos os políticos precisam ter um salário altíssimo comparado com o salário de professor da rede pública. No meu entender um político nunca assume responsabilidade sozinho por decisões que são tomadas, pois as mesmas só são aprovadas em grupo. Raramente existe aquele político que se preocupa com o povo.
Já um professor, seja particular ou da rede pública, responde individualmente por seus atos. Normalmente com uma classe de aproximadamente trinta alunos por ano, ensina aos mesmos o aprendizado que irão utilizar em toda sua vida.
Se nossos filhos têm dificuldades no aprendizado, o professor é responsável, porque, afinal, ele trabalha para ensinar e muitas vezes educar (sendo que esta última tarefa cabe principalmente aos pais).
O professor está presente o ano inteiro com nossos filhos. Já um político não tem esse tipo de preocupação.

Por Marli Souza